sábado, 29 de novembro de 2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Estudo: Publicidade em blogues é mais fiável que em outros meios

O estudo realizado pela Social Media, empresa especializada em gestão de blogues e redes na internet, e pela GFK, revela que em Espanha a presença publicitária das marcas em blogues aumenta a sua notoriedade devido ao uso de novos formatos e à afinidade estabelecida com as temáticas abordadas.
Os resultados do estudo apontam para que 54 por cento dos inquiridos estejam a aumentar a leitura de blogues em detrimento de outros media, como a rádio, a imprensa e televisão. Além disso, 40,4 por cento dos inquiridos afirmam que a publicidade é mais fiável quando aparece nos blogues do que em outro meio.
Olga Palombi, directora-geral da Social Media salienta que “os blogues são meios fundamentais no marketing por terem uma alta percentagem de líderes de opinião que multiplicam a mensagem. Os blogues são importantes para os parâmetros de percepção de marca e notoriedade publicitária. Nesse sentido, estamos a falar de um meio fundamental no marketing mix dos anunciantes que queiram impactar a sua audiência afim de passar a sua mensagem publicitária”, concluí.

domingo, 12 de outubro de 2008

Davos Annual Meeting 2008 - Bill Gates

Seth Godin: Sliced bread and other marketing delights

O que é o "subprime"?




É um crédito à habitação de alto risco que se destina a uma fatia da população com rendimentos mais baixos e uma situação económica mais instável. A única garantia exigida nestes empréstimos é o imóvel. Este segmento do mercado de crédito é exclusivo dos Estados Unidos, não havendo na Europa um paralelismo exacto.


O subprime surgiu quando a Reserva Federal norte-americana (Fed) começou a baixar as taxas juro para estimular o mercado imobiliário com o intuito de controlar os efeitos dos ataques terroristas do 11 de Setembro nos mercados de tecnologias. Mas em 2003, a criação de emprego e o investimento empresarial estavam em níveis baixos e a taxa de juro descia para 1%. Simultaneamente, as várias instituições bancárias deixaram de ser tão exigentes nas condições requeridas para conceder créditos. Quando a Fed começou a subir de novo os juros o problema estalou. Com juros mais altos acompanhados pela queda dos preços das casas, as famílias ficaram sem capacidade para saldar as suas dívidas.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Permission Marketing





By: William C. Taylor


Internet marketing pioneer Seth Godin says he wants to change the way almost everything is marketed to almost everybody. Will you give him permission to come in and show you the future?

Seth Godin's company, Yoyodyne Entertainment, is all about fun and games. But its mission is serious business. Godin and his colleagues are working to persuade some of the most powerful companies in the world to reinvent how they relate to their customers. His argument is as stark as it is radical: Advertising just doesn't work as well as it used to - in part because there's so much of it, in part because people have learned to ignore it, in part because the rise of the Net means that companies can go beyond it. "We are entering an era," Godin declares, "that's going to change the way almost everything is marketed to almost everybody."
The biggest problem with mass-market advertising, Godin says, is that it fights for people's attention by interrupting them. A 30-second spot interrupts a "Seinfeld" episode. A telemarketing call interrupts a family dinner. A print ad interrupts this article. "The interruption model is extremely effective when there's not an overflow of interruptions," Godin says. "But there's too much going on in our lives for us to enjoy being interrupted anymore."
The new model, he argues, is built around permission. The challenge for marketers is to persuade consumers to volunteer attention - to "raise their hands" (one of Godin's favorite phrases) - to agree to learn more about a company and its products. "Permission marketing turns strangers into friends and friends into loyal customers," he says. "It's not just about entertainment - it's about education."
Yoyodyne, headquartered outside New York City, works with clients - which include AT&T, H&R Block, MCI, and Volvo - to create these new relationships. All of its campaigns use the Web, email, and other online media. All of them are built around game shows, contests, or sweepstakes. What do game shows have to do with permission marketing? Consumers give a company permission to send them messages in return for the chance to win prizes they care about. "The first rule of permission marketing is that it's based on selfishness," Godin says. "Consumers will grant a company permission to communicate only if they know what's in it for them."
Yoyodyne's techniques are catching on. The company has about 1 million active participants in its games database. It has sent more than 110 million email messages to influence consumer behavior. And it receives more email than any other company in the world. (Online services such as AOL handle more traffic, but those messages are destined for subscribers, not for the company itself.) More important, Yoyodyne's ideas are catching on. In an interview with Fast Company, Seth Godin described the future of marketing - and how your company can get there.
You've got a radical critique of conventional marketing. Why should companies listen?
We are entering an era that's going to change the way almost everything is marketed to almost everybody. Don't get me wrong. Advertising will remain a competitive weapon. Companies that advertise better will do better than companies that advertise worse. But advertising simply doesn't work as well as it used to. Do me a favor and finish this sentence: "Winston tastes good . . ."

GRANDE anúncio!!! muito bom!!!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

A Galáxia da Internet. Reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade

Aqui vai a sinopse de um livro muito interessante de Manuel Castells sobre a internet. Para quem quiser aprofundar mais sobre o papel da internet e o seu papel na sociedade em rede e na economia actual, esta é sem dúvida uma obra de referência.

Esse livro analisa a Internet como espinha dorsal das sociedades contemporâneas e da nova economia mundial, desvendando sua lógica, suas imposições e a liberdade que ela nos dá. Evitando fazer prescrições e previsões, apresenta dados fartos e pesquisa detalhada para ajudar a compreender como a Internet é o meio pelo qual nos tornamos habitantes de uma rede global.Considerado o principal analista da Era da Informação e da Sociedade de Rede, Manuel Castells foi apontado pela The Economist como o primeiro e mais importante filósofo do ciberespaço. Nesse novo livro ele retraça a história da ascensão da Internet; discute o e-business, a nova economia e os conceitos de comunidade virtual e de sociedade em rede; analisa a multimídia e a geografia da Internet e debate a idéia de partilha virtual, destacando ainda as contradições criadas pela Internet e os problemas das sociedades em rede. Ao fim de cada capítulo, sugestões de links de leitura e e-lines correlacionados ampliam os temas de interesse tanto para estudiosos de economia, política e homens de negócios quanto para o público em geral.
"Adam Smith explicou como o capitalismo funcionava, e Karl Marx explicou por que ele não funcionava. Agora as relações económicas e sociais da Era da Informação foram desveladas por Manuel Castells." The Wall Street Journal.

http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=0800&ORDEM=3

domingo, 28 de setembro de 2008

Investimento publicitário mundial


http://www.zenithoptimedia.com/

Esta tabela serve para reforçar a análise que faço sobre o investimento publicitário online e nos media tradicional que apesar de um crescimento mais acentuado continuam a crescer sem serem afectados pela pub online.

Publicidade tradicional vs Publicidade online


É evidente o crescimento do investimento na publicidade online uma vez que as empresas a utilizam cada vez mais pelo facto de ter uma forte capacidade de interacção entre a organização e o consumidor.
Por outro lado, penso eu que o facto de até 2009 o investimento em publicidade online ser superior a rádio e outdoor é verdade mas também vejo isso numa outra perspectiva. Isto é, o facto de o investimento de publicidade online vir a superar o investimento em rádio e outdoor, não quer dizer de todo que os media tradicionais estão a "perder adeptos" em detrimento da pub online. Isso porque como todos sabemos a pub online está em fase de expansão e ainda mais rápido do que se esperava. Ela pode aumentar em termos de volumes de anunciantes e vendas de espaços mas sem prejudicar alguns dos meios tradicionais.



Assim sendo, acho que será cada vez mais visível em empresas ligadas principalmente ao grande consumo utilizarem estratégias de comunicação integrada de forma a cobrirem o maior território possível.
Também acho que o investimento em pub online dentro de algum tempo deve abrandar o crescimento por causa dos níveis de saturação que pode atingir em pouco tempo. No entanto, destacar-se-ão as empresas que para além da comunicação online dos seus produtos e serviços utilizarem e simultâneo formas de experimentação gratuita, assistência, o valor dos produtos, comparação de funcionalidade, custo de utilização a longo prazo e preços bem como facilitação de compra por parte dos clientes.
Contudo, isto levará a que as empresas procurem conceber produtos em que os custos de extracção dos benefícios sejam cada vez mais simples, bem como a forma de os apresentar ao consumidor.

sábado, 27 de setembro de 2008

Anúncio Phone ix



Vale a pena ver quando realmente a criatividade funciona!!!!

Dell um exemplo de comércio eletrónico!!!


O alvoroço não explica a precipitação desenfreada das empresas, sejam grandes ou pequenas, para estar na web. Nem justifica que um pequeno negócio tenha grandes gastos com um recurso de comércio electrónico. O que está levando a este tipo de furor? Para entender um pouco, vamos dar uma olhada em uma das empresas de comércio electrónico mais bem sucedidas: Dell (em inglês).
A Dell é uma empresa objectiva que, como muitas outras, vende computadores personalizados para clientes e empresas. A Dell começou como uma empresa de pedidos por correio que fazia anúncios nas contracapas de revistas e vendia seus computadores pelo telefone. A presença do comércio electrónico na Dell tem sido largamente divulgada pois a Dell consegue vender muitas mercadorias na web.
Isso quer dizer alguma coisa? A Dell vem vendendo computadores por e-mail e pelo telefone por mais de uma década. As vendas feitas por pedidos via correio são uma forma padrão de fazer coisas que acontecem por mais de um século (a Sears, afinal de contas, era originalmente uma empresa dessas). E se 25% das vendas da Dell fossem pela web em vez de pelo telefone, seria uma grande coisa? A resposta poderia ser sim, por três razões:
· se a Dell perdesse 25% de suas vendas pelo telefone para atingir seus 25% de vendas pela web, não ficaria claro que o comércio electrónico teria alguma vantagem. A Dell não venderia mais computadores. Mas e se as vendas feitas pela web custassem menos (por exemplo, pelo fato de a empresa não ter que contratar alguém para atender o telefone)? Ou se as pessoas que comprassem pela web tendessem a comprar mais acessórios? Se o custo da transacção na web é menor, ou se a apresentação da mercadoria na web é mais convidativa e encoraja transacções maiores, mudar para a web é mais produtivo para a Dell;
· e se, no processo de vender mercadorias na web, a Dell não perdesse as vendas através do canal tradicional por telefone? Isto é, e se acontecesse de ter uma parcela da população que preferisse comprar coisas pela web (talvez porque há mais tempo para pensar, ou porque você pode tentar muitas outras opções diferentes para ver o que aconteceria ao preço final, ou porque você pode comparar vários vendedores facilmente ou o que quer que seja). Ao construir seu site na web para atrair esses clientes, a Dell pode conquistar clientes de outros fornecedores que não oferecem esse serviço. Isso proporciona a ela uma vantagem sobre a concorrência que lhe permite aumentar sua participação no mercado;
· há também uma crença muito conhecida de que uma vez que um cliente começa a trabalhar com um fornecedor, é muito mais fácil manter esse cliente do que atrair novos. Desse modo, se você consegue construir uma lealdade à marca para um site na web, logo, terá vantagem sobre os outros fornecedores que tentarem entrar no mercado mais tarde. A Dell implementou seu site na web muito cedo, e isso possivelmente lhe dá uma vantagem sobre o concorrente.
Essas três tendências são os principais condutores que estão por trás do sucesso do comércio electrónico. Existem também outros factores.

http://informatica.hsw.uol.com.br/comercio-eletronico5.htm

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O Marketing no crescimento e desenvolvimento de Angola

O MARKETING é uma poderosa ferramenta de gestão, imprescindível as organizações modernas. Os gestores angolanos ganharam finalmente a noção de que os conceitos e inovações do marketing criam impacto nos hábitos de consumo dos angolanos, pois prevalecia a percepção que apenas num futuro longínquo tais conceitos e inovações, poderiam ser aplicados no nosso mercado.
O rápido crescimento económico que o país experimenta, tem permitido o aparecimento de novas realidades, influenciando o ambiente de negócios em Angola, quebrando paradigmas, redefinindo padrões de comportamento organizacionais, exigindo habilidades, conhecimentos, desempenho, responsabilidade e postura ética dos profissionais que exercem funções de gestão, levando as instituições a repensar as suas estruturas organizacionais e metodologias sobre estratégia de gestão.
Assiste-se hoje em Angola, a utilização crescente do termo Marketing, embora quase sempre associado ao termo publicidade, observando se muitas vezes que marketing e publicidade
são tratados como sinónimos. Saber a diferença entre os termos e, principalmente a abrangência
da sua aplicação, evitará equívocos e permitirá uma melhor orientação ao profissional incumbido de gerir as acções de marketing de determinada organização.
O marketing é tanto um estilo de vida, uma forma de estar, quanto uma ciência. Como estilo de vida o marketing, não deixa de ser uma espécie de cultura sobre os objectivos de quem produz e os interesses de quem consome e o seu potencial inter-relacionamento. Desde a identificação de uma necessidade no mercado até a colocação do serviço/ produto ao alcance do consumidor é marketing, ou seja, tudo o que contribui para construir a marca tem potencial de marketing. Como
ciência o marketing é o modo específico de efectuar e levar a cabo a relação de troca, consistindo
em identificar, criar, desenvolver e servir a procura de mercado. O papel central do marketing tem
a ver com gestão e com a educação de uma MARCA, porque nada é mais oficial do que a marca e tratar da marca é como tratar de um órgão vital do negócio, exige cuidado, respeito, responsabilidade e compromisso. Uma marca é um factor de confiança, não é um produto,
é a soma das sensações que se consegue deixar impressas no imaginário das pessoas. O marketing é o veículo que faz a marca chegar aos seus potenciais consumidores, logo, se os fundamentos relacionados a marca, identidade, promessa de valor, posicionamento e a estratégia
estiverem bem definidos, os programas de geração de procura certamente vão gerar bons resultados.
Sabemos hoje que a relação com o cliente não mudou de forma revolucionária, mas sim de forma evolucionária.
Nos mercados, o marketing e as vendas continuam a ser a equação que determina a oferta e a
procura, apenas hoje a relação com o cliente é mais rápida e os estímulos e as respostas são mais instantâneas.
Estamos perante um conjunto de consumidores capazes de manifestarem de forma cada vez
mais qualitativa as suas opções e cada vez mais exigentes nos produtos e serviços que se predispõem a consumir. Podemos então claramente afirmar, que o conceito actual do marketing parte das necessidades do consumidor e são elas que orientam a produção.
Com o rápido desenvolvimento que se verifica em Angola, o desafio será de nos tornamos actuais num mundo cada vez mais globalizado, perceber que a velocidade que ocorrem as mudanças faz com que o trabalho de marketing seja cada vez mais a percepção real do mercado local em que se esta inserido mas num contexto cada vez mais globalizado.
O marketing tem a função de ser a voz do consumidor dentro da instituição, tem que coordenar e influenciar comportamentos, com uma estratégia bem definida e delineada.
O marketing ajuda a comunicar a proposta de valor que a marca se propõe a oferecer aos seus
segmentos alvos, mas é de facto a organização que permite que esse valor exista. A publicidade apenas gera expectativas em torno da marca, ela não comunica a marca, porque é a organização que faz chegar aos seus consumidores, respondendo ou não, as promessas veiculadas
pela publicidade.
Ao analisar o estágio do marketing em Angola, é possível fazer a seguinte pergunta: O conhecimento pleno do marketing, assim como a sua aplicação ocorre em todas as organizações angolanas? Se o marketing fosse entendido como uma das ferramentas essenciais no processo
de gestão para satisfazer o consumidor, trazendo lucro para a organização, poderia afirmar que
sim. A verdade é que encontramos um grande número de organizações em Angola que confunde marketing com publicidade e quando comparadas com outras organizações a nível mundial, precisarão de passar por uma revolução interna em suas práticas e culturas de gestão.
Angola de hoje não deve ser vista, no seu mercado de consumo, como um ambiente de simples troca, compra e venda de produtos e serviços.
O desequilíbrio entre a oferta e a procura obriga a uma criteriosa segmentação de mercado
com vista a garantir a sobrevivência das organizações, num ambiente de crescente intensidade competitiva, incompatível com o erro e o improviso.
O marketing é também uma ciência de criatividade e a publicidade é uma das ferramentas por ele usada, que quando bem integrada no plano de marketing, irá transmitir de forma consolidada a proposta de valor a que a organização se propõe.
Assim, como uma ferramenta poderosa na gestão das organizações modernas, um plano de marketing bem integrado e consolidado, faz com que a organização aumente as receitas, diminuindo o esforço e habilidade na gestão da procura.
Na gestão moderna, o que torna o marketing imprescindível é a importância atribuída à criação de
marcas diferenciadas. O marketing descobre o potencial das marcas como forma única de apelo ao consumo, muito para além das funções clássicas de distinção de concorrência e identificação do produto ou serviço, indo mais longe, atribuindo-lhes características intangíveis, valores, sentimentos, ideias ou afectos, dando uma maior relevância a marca.

Telma Gomes
*Directora de Marketing
do Banco Privado Atlântico

Fonte: Novo Jornal

Manuel P. Andrade

O encanto do comércio eletrónico

Meus caros,

Algumas vantagens da utilização do comércio electrónico segundo um portal de informática brasileiro:

A lista a seguir resume o que pode ser chamado de "o encanto do comércio eletrônico":

· custos menores de transação: se um site de comércio eletrônico é bem implementado, a web pode reduzir significativamente tanto os custos de tomada de pedidos iniciais como os custos de atendimento ao consumidor após a venda através de processos automatizados;
· compras maiores por transação: a Amazon oferece um recurso que nenhuma outra loja normal oferece. Ao ler a descrição de um livro, é possível ver também "o que outras pessoas que compraram esse livro também compraram." Isto é, você pode ver livros relacionados que as pessoas estão realmente comprando. Devido a recursos como esses, é comum que as pessoas comprem mais livros do que comprariam em uma livraria normal;
· integração com o ciclo de negócios: um site na web bem integrado ao ciclo de negócios pode oferecer aos clientes mais informações do que havia disponíveis anteriormente. Por exemplo, se a Dell acompanha cada computador no processo de produção e entrega, os clientes podem ver exatamente onde seu pedido está a qualquer momento. Foi isso que a FedEx fez quando introduziu o rastreamento de encomendas online: disponibilizou mais informações para o cliente;
· as pessoas podem fazer compras de modos diferentes. As empresas de encomendas por correio tradicionais introduziram o conceito de comprar em casa, de pijamas, e o comércio eletrônico oferece esse mesmo luxo. Novos recursos que os sites da web oferecem incluem:
· a possibilidade de ir construindo um pedido por vários dias;
· a possibilidade de configurar produtos e consultar preços atuais;
· a capacidade de fazer pedidos personalizados complicados com facilidade;
· a capacidade de comparar preços de vários fornecedores com facilidade;
catálogos maiores: a empresa pode fazer um catálogo na web que nunca caberia em uma caixa postal comum. Por exemplo, a Amazon vende milhões de livros. Imagine se tentássemos colocar toda as informações disponíveis no banco de dados da Amazon em um catálogo de papel;
melhor interação com os clientes: com ferramentas automatizadas é possível interagir com um cliente de modo mais rico e, virtualmente, sem custos. Por exemplo, o cliente pode receber um e-mail quando o pedido for confirmado, quando o pedido for enviado e depois que o pedido chegar. Um cliente feliz tem maior probabilidade de comprar algum outro item da mesma empresa.
São esses tipos de vantagens que criam um sensacionalismo que cerca o comércio eletrônico.
Há um último ponto do comércio eletrônico que precisa ser mencionado. Ele permite que as pessoas criem modelos de negócios completamente novos. Em uma empresa de encomendas por correio há um alto custo de impressão e envio de catálogos que geralmente acabam no lixo. Há também um alto custo com empregados no departamento que recebe os pedidos e atende ao telefone. No comércio eletrônico, tanto o custo de distribuição de catálogos e de tomada de pedidos caem para zero. Isso significa que pode ser possível oferecer produtos mais baratos, ou oferecer produtos que não poderiam ser oferecidos anteriormente devido à mudança na dinâmica dos custos.
No entanto, é importante ressaltar que o impacto do comércio eletrônico vai até esse ponto. Os canais de pedidos por correio nos EUA oferecem muitas dessas mesmas vantagens, mas isso não impede que sua cidade tenha um shopping center. O shopping tem aspectos de entretenimento e sociais que atraem pessoas, e também permite que o cliente toque nos produtos e os levem instantaneamente. O comércio eletrônico não pode oferecer nenhum desses recursos. Os shoppings não vão deixar de existir tão cedo...

Fonte: http://informatica.hsw.uol.com.br/comercio-eletronico5.htm

Embora concorde com todas essas vantagens, caso tenham reparado, os exemplos apresentados são referentes a realidade dos Estados Unidos onde apesar de o comércio electrónico estar associado as transacções via internet, tem um papel relevante o que o caracteriza como uma nova economia.
Também acho que um dos factores que impulsionou esta nova economia é o facto de encurtar as distâncias entre os vários estados norte-americanos bem como a descentralização da distribuição por parte das empresas.
Já no caso de Portugal o comércio electrónico pode ser visto de um ponto de vista mais abrangente, uma vez que, as ATM possibilitam este mesmo comércio electrónico.
Contudo, apesar das diferenças em termos de dimensões e de densidade populacional entre os EUA e Portugal serem bastante acentuados bem como o número de utilizadores do comércio via internet, em Portugal o conceito de comércio electrónico é mais abrangente.

Manuel P. Andrade

abraços

Bem-Vindos ao Conhecimento

Os nosso dia-a-dia é cada vez mais dependente da informação que circula a nível mundial.
Informação essa que condiciona cada vez mais o nosso modo de viver bem como as perpectivas que temos para o futuro.
Assim sendo, numa era de muitas incertezas a única certeza que temos é a da mudança que é proporcionada por todas as nossas acções fruto de toda a informação que adquirimos durante toda a nossa existência.
No entanto, o mundo em que vivemos está cada vez mais complexo e de tal forma interligado que ja não é suficiente vivermos com a informação que achamos importante para a área em que actuamos mas sim, torna-se cada vez mais relevante a partilha de informação, conhecimento, e experiência sobre as mais diversas áreas.
É também um espaço onde as nossas opiniões e contribuições são os ingredientes necessárias para que este projecto funcione e traga valor acrescentado para todos nós.

Uma das regras de jogo é que cada um dos participantes se deve identificar de forma correcta bem como contribuir com comentários sobre a informação publicada.
Também são válidas as opiniões pessoais dentro dos mais variados temas que queiram abordar.
É importante para a informação retirada de artigos, livros e internet, citar a fonte de onde essa informação foi retirada porque isso permite que depois possamos consultar as mesmas.

Mais uma vez, sejam bem-vindos!!

Manuel Pinto de Andrade

pintodeandrade.manuel@gmail.com